Hyundai Bayon é revelado no Salão de Paris com híbrido pleno e previsão de chegar ao Brasil em 2027
SUV subcompacto estreia com design inspirado no Tucson, duas telas curvas de 12,3 polegadas e motorização híbrida que soma 138 cv; produção nacional está prevista para Piracicaba (SP)
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A Hyundai aproveitou o Salão do Automóvel de Paris — que abriu as portas ao público nesta segunda-feira (13) — para revelar oficialmente o Bayon, SUV subcompacto que, segundo a Quatro Rodas, deve chegar ao mercado brasileiro em 2027 fabricado na unidade de Piracicaba (SP). O UOL Carros confirma a estreia parisiense e aponta o modelo como rival direto de Jeep Avenger e Renault Tera no segmento nacional.
O modelo segue a filosofia de design chamada de "Art of Steel" e adota uma linguagem visual próxima à do novo Tucson — com faróis divididos na dianteira, vincos marcantes nas laterais e lanternas traseiras que espelham o formato dos faróis. Em termos de dimensões, a Quatro Rodas aponta que o Bayon mede 4,24 m de comprimento, 1,81 m de largura, 1,56 m de altura e 2,60 m de entre-eixos, medidas que o colocam próximo ao Creta no mercado nacional. O porta-malas oferece 440 litros de capacidade.
A versão fotografada é a N Line, com grade exclusiva, rodas de 18 polegadas, difusor traseiro com saída dupla de escapamento e bancos com revestimento de tecido e camurça. No interior, a Quatro Rodas destaca que o Bayon compartilha boa parte da cabine com o hatch i20 — incluindo a central multimídia e os comandos verticais do ar-condicionado —, ponto que deve gerar polêmica entre os compradores. O conjunto tecnológico inclui duas telas curvas de 12,3 polegadas, espelhamento sem fio, streaming nativo, abertura pelo celular e sistema de som Bose com oito alto-falantes.
No campo mecânico, a Quatro Rodas informa que o motor base é o três cilindros 1.0 turbo em duas calibrações: 90 cv e 115 cv com 17,5 kgfm, combinados a câmbio manual de seis marchas ou automatizado de dupla embreagem e sete velocidades. A grande novidade é a motorização híbrida plena, que une um quatro cilindros 1.6 aspirado a um motor elétrico, somando 138 cv e 27,0 kgfm de torque — com bateria de 1,32 kWh. Essa versão reduz o porta-malas para 397 litros e acelera de zero a 100 km/h em 10,8 segundos, contra 14,1 segundos da versão de entrada, segundo dados divulgados pela Hyundai e reportados pela Quatro Rodas. Quais motorizações chegarão ao Brasil ainda não foi definido, já que os modelos europeus serão produzidos na Turquia.
Fontes
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