Drogômetro: quais remédios proíbem ou liberam o motorista de dirigir
Lista vai de ansiolíticos a medicamentos para TDAH e aponta o que a legislação brasileira determina para quem usa essas substâncias ao volante.
Toque pra navegar · resumo gerado dos dados da matéria
Segundo o UOL Carros, o chamado 'drogômetro' — dispositivo capaz de detectar substâncias psicoativas na saliva — já faz parte do arsenal das blitze policiais no Brasil, e a dúvida de muitos motoristas é saber quais medicamentos de uso comum podem ou não resultar em autuação. A publicação destaca que remédios como o Rivotril (clonazepam), amplamente prescrito para ansiedade e epilepsia, figuram entre as substâncias que podem comprometer a capacidade de direção e, portanto, estão no radar da fiscalização.
O UOL Carros aponta que nem todo medicamento controlado leva automaticamente à infração: o que a lei avalia é se a substância altera as condições psicomotoras do condutor. Ainda assim, a reportagem chama atenção para o fato de que compostos como o Venvanse (lisdexanfetamina), usado no tratamento do TDAH, também entram na lista de substâncias monitoradas, exigindo atenção redobrada de pacientes que dirigem regularmente.
De acordo com o UOL Carros, a orientação de especialistas e das próprias bulas é clara: qualquer medicamento que traga advertência sobre sonolência, alteração de reflexos ou comprometimento cognitivo deve ser encarado como um sinal de alerta para quem precisa pegar o volante. A responsabilidade, segundo a fonte, recai sobre o motorista, independentemente de haver ou não prescrição médica válida.
A matéria do UOL Carros reforça que o condutor flagrado sob efeito de substância psicoativa — seja ela ilícita ou medicamentosa — está sujeito às mesmas penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro para embriaguez ao volante, incluindo multa, suspensão da habilitação e até detenção em casos mais graves.
Fontes
Notícias relacionadas
RegulaçãoFord convoca donos de F-150 2023–2026 para recall por falha nas cintas do tanque de combustível
Defeito no processo de montagem pode causar vazamento de combustível, risco de incêndio e até desprendimento do tanque com o veículo em movimento; atendimento é gratuito e dura cerca de 30 minutos.
RegulaçãoCarretinha: o que checar no carro, no engate e na documentação antes de pegar a estrada
Da habilitação exigida às regras do Inmetro para o engate, veja o que a legislação determina para quem quer rebocar com segurança.
RegulaçãoNissan Kicks brasileiro conquista cinco estrelas no Latin NCAP e corrige falha estrutural da versão mexicana
SUV compacto fabricado no Brasil supera problema de abertura de porta detectado no modelo do México e registra índices acima de 85% na proteção de adultos e crianças.
RegulaçãoTransferência de carros usados pelo app CNH deve chegar em novembro, mas vistoria e prazo de 30 dias continuam obrigatórios
Nova funcionalidade digital prevista pelo Contran digitaliza etapas do processo, mas não elimina exigências legais nem a multa de R$ 130,16 por atraso.
Acostamento não é área segura: entenda os riscos e o que diz a lei
Parar no acostamento sem necessidade real é infração, mas o maior perigo é a falsa sensação de segurança que o local transmite.
RegulaçãoNissan corrige falha no Kicks e garante manutenção das cinco estrelas no Latin NCAP
Após porta abrir durante teste de impacto na versão mexicana, montadora ajustou as duas linhas de produção e nota máxima foi confirmada.


