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Cinto de segurança quebrado no Citroën C3 do teste de longa duração exige vistoria completa antes do reparo

Porca de fixação solta impediu remoção da peça e forçou a redação a documentar o estado do carro antes de levá-lo à concessionária.

Atualizada em 23 de agosto de 2026 às 11:02· 48 leituras
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LONGA DURAÇÃO

Cinto de segurança quebrado no C3 força vistoria completa antes do reparo

Porca de fixação solta impediu remoção da peça e exigiu documentação minuciosa do estado do carro.

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O Citroën C3 que integra a frota de longa duração da Quatro Rodas voltou a dar o que falar. Desta vez, o problema é um cinto de segurança traseiro esquerdo cujo ponto de fixação ficou comprometido após a solda da porca se soltar — o que torna impossível remover a peça sem uma intervenção mais profunda na estrutura do veículo. A Quatro Rodas aponta que a própria Stellantis foi consultada e confirmou que apenas concessionárias credenciadas estão habilitadas a realizar esse tipo de reparo.

Antes de levar o carro à autorizada, a redação decidiu documentar minuciosamente o estado atual do C3. Segundo a Quatro Rodas, o veículo passou pela vistoria chamada Certicar, a mais completa oferecida pela oficina SuperVisão, no bairro Sumaré, em São Paulo, ao custo de R$ 500. O serviço incluiu inspeção de toda a carroceria em busca de repinturas, verificação de equipamentos e acessórios, conferência de numerações de chassi e leitura de módulos eletrônicos. Ao final, um relatório de 20 páginas atestou que o carro está em ordem — sem sinistros, recalls pendentes, passagens por leilão ou impedimentos judiciais.

A Quatro Rodas destaca que a iniciativa tem um objetivo claro: refazer a mesma inspeção após o retorno do C3 da concessionária para verificar se o reparo gerará alguma anotação no histórico do veículo e, consequentemente, eventual desvalorização na revenda. A preocupação é legítima, já que a intervenção necessária para acessar a porca do cinto pode exigir desmontagem de partes da estrutura do carro.

O momento da vistoria também se mostrou oportuno do ponto de vista regulatório. A Quatro Rodas informa que, a partir de maio, passa a ser obrigatório não apenas o registro fotográfico dos cintos de segurança, mas também a gravação em vídeo da fixação dos componentes durante vistorias de transferência de veículos — medida que visa garantir que cintos e pré-tensionadores sejam devidamente substituídos após colisões, evitando que carros fora das especificações de segurança circulem no mercado.

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